| Oi Lauretes! Finalmente terminei de ler o livro escrito por Rose. ADOREI! é tão biográfico quanto os livros de Laura, só que nele Rose se chama Ernestine, e os pais mudam de nome. Deve ter misturado dados, mas, basicamente, os pais têm a personalidade que ela via nos pais. Este livro fez a cidade ficar ressabiada com Rose, pois ela retratou os casos e a cidade do jeito que era. Apesar de se tratar da cidade pequena, na realidade, Rose trata de sua angústia como mulher naquele lugar. O último conto mostra sua saída da cidade, e, até mesmo, sua estada na Albânia. Olha, Rose , para mim, tem a acuidade de Nelson Rodrigues guardadas as proporções. |
 | Ela fala da hipocrisia dos habitantes da cidade, é isso? |
 | Na realidade, é mais do conservadorismo. Do medo, das fraquezas. Das pressões que as mulheres sofriam. Pelo menos é assim que eu li. A cidade não gostou de se ver.
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 | Angela, li recentemente esse livro também ("Old Home Town") - muito bom mesmo, embora eu não ache que os pais retratados ali sejam os dela de jeito nenhum, nem que Ernestine seja exatamente a Rose (é relativamente autobiográfico). Fiquei impressionada com o nível do conservadorismo do povo na época, especialmente em relação às mulheres. Que coisa, hein? Não é para menos que ela caiu fora...
Li também o "Young Pioneers" e me pareceu uma cópia meio "aguada" de um livro da Laura, cheio de referências já mencionadas pela Laura antes.
Agora estou lendo "Free Land", mas é meio longo e vou demorar um pouco. Comprei também um pequenininho ("Laura's Rose"), que é legal, e "Ghost in the Little House", que é bem grande e ainda não li.
Fora isso li o "A Wilder in the West" - pequenininho, sobre a Eliza Jane, mas bem legal. E ainda tem uns outros aí que comprei mas ainda não li. |
 | Acredito que a mãe de Ernestine seja Laura sim. De acordo com as biografias, as duas não se davam bem de jeito nenhum. Mas Rose admirava a mãe. E essa mãe retratada combina. Dizem os biógrafos que a cidade ficou furiosa com Rose por causa desse livro. Poxa, se você achou conservador não sabe o que era a cidade onde moro há poucos anos. Um dos empregados da obra, que tem mais de 40 anos, contou que , quando paravam carros aqui, a caminho de São Lourenço, o pai achava que todas as mulheres, por estarem de short, pintadas, eram vadias . E as surras? Antes de surrarem os filhos com vara de marmelo, alimentavam. As mulheres só usavam saias compridas, feitas de saco de arroz, de farinha. A mulher do meu caseiro, que tem TRINTA anos me disse que ela, graças a deus, nunca tinha levado puxão de orelha da professora. Em becoming Laura Ingalls está escrito: In her crytical moods, she had writtent Guy Moyson: " Oh, it istnt hard to keep Mama Bess from reading my books. She never reads them. She just likes to have them around" ... Thes stories passed on by her parents and filtered trhought Rose´s lively imaginatiion, inspired Let The Hurricane Roar. It, along with Free Land, published in 38 and also based upon stories her parents had told her, became Rose two most outsstanding pieces of fiction. Thus, the collaboration that occurred between mother anda daughter, worked in mutually beneficial faschion: Laur lent Rose factual material to draw upon for her writing, while Rose lent her professional expertise to polish and edit Laura´s writting. Laura sometimes may have resented Rose´s appropriation of stories that she and Ammanzo had told her for use in her owen fiction. After getting started on weiting novels, Laura at least hoped that Rose would avoid using stories that she might want to make use of later. Once, upon glimpsing a nwespapaper advertisement for the book edition of Let the Hurricane Roar that indentified the names of the leading characters as Charles anda Caroline, Laura immediately assumed tha Rose had used her parents as models in ariting the book, and she appered to bem resentful of it. |
 | Gente,
Acabei de ler o "Free Land" e recomendo: é ótimo! É tipo os livros da Laura, só que os personagens são até mais realistas, principalmente o protagonista, David. Ninguém é totalmente vilão ou mocinho - são todos bem humanos. A estória é sobre um casal recém-casado que se muda de Minnesota para Dakota. Os elementos são aqueles que já conhecemos dos livros da Laura e do "Young Pioneers", mas a estória é muito bem construída (não é "aguada", como a do "Young Pioneers"). Só não gostei muito do final porque dá a impressão de que a Rose queria terminar a estória mas não sabia como, e aí simplesmente parou no meio. Mas de qualquer jeito vale a pena ler!
Agora comecei o "Ghost in the Little House", que é enooorme... Com certeza vou levar um bom tempo para ler. Mas pelo que já li é muito interessante. Eu já sabia bastante sobre a Rose por ter lido o "Becoming Laura Ingalls" e o "Laura´s Rose", mas o "Ghost" conta mais detalhes sobre essa figura tão interessante e conturbada que foi a Rose. |
 | Então vou comprar o Free Land. Se já gostei do outro. Mas só em outubro. Vou me dar de aniversário. |
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